Ensaios clínicos com humanos raramente captam arritmias letais ultra-raras em períodos curtos. Este trabalho valida a detecção de fibrilação ventricular em uma coorte sintética de 1.000.000 de perfis cardíacos.
Ao variar sistematicamente velocidades de condução e períodos refratários, a simulação expôs falhas de classificação raras que ensaios convencionais não detectaram.
A credibilidade do modelo computacional foi validada contra ensaios de bancada, permitindo que os resultados sintéticos apoiassem a submissão 510(k) ao FDA.